ARES, O DEUS GREGO DA GUERRA, era temido pelo seu ímpeto e pela energia bruta que trazia ao campo de batalha. Mas por baixo da armadura havia algo que os mortais raramente imaginavam: um ritual. Antes de vestir o capacete e empunhar a lança, Ares se recolhia em momentos de preparação que transformavam força em presença, e presença em resultado.
Antes de cada celebração ou embate, enquanto os mortais ainda sentiam os efeitos da tensão, Ares se retirava para um espaço sagrado. Lá, sacerdotisas preparavam uma infusão aromática, estimulante e intensa, capaz de preparar sua mente e renovar suas forças. Não era fraqueza buscar esse preparo: era sabedoria saber que a verdadeira potência começa no interior.
Conta-se que as sacerdotisas de Ares conheciam ervas capazes de transformar a agitação em foco, o cansaco em resistência e o desconforto em presença. Sua infusão não era um remédio, era uma arma de outro tipo: a força que nasce de dentro.